Quem está por trás
Eu sou Leonardo Araujo, analista de marketing. O meu trabalho hoje é ajudar agências e profissionais de marketing a dominar a parte analítica e organizacional do marketing — a que quase ninguém vê.
A maioria acha que marketing é fazer post e subir campanha de anúncio. É muito mais que isso: é saber o que aconteceu, por que aconteceu, o que fazer agora e provar que funcionou. Sem essa parte, o marketing vira achismo — e achismo não se defende numa reunião de renovação.
O problema que ninguém resolvia
Dashboard qualquer ferramenta faz, e o cliente não entende dashboard. Ele entende a explicação por trás do número. O que faltava era um lugar onde a leitura de quem analisa ficasse registrada junto do dado, onde o plano de ação nascesse ligado à métrica que pretende mover — e onde o cliente aprovasse aquilo de forma documentada.
Sem esse registro, o trabalho some. O print vai para um documento, a recomendação vai para uma mensagem, a aprovação vira “combinamos por telefone”. Na renovação do contrato, quem fez o trabalho precisa reconstruir de memória o que entregou.
A plataforma narrativa da verdade
Por isso a Blocos Marketing não é mais uma plataforma de dashboard de anúncios. Ela dá à agência poder analítico — funis com o número de cada passo, dashboards por objetivo, a composição de cada número e sinais toda madrugada —, o controle da narrativa — relatório em três níveis de visibilidade e apresentação contada em cenas — e a prova do valor — planos com linha de base congelada, aprovação com nome e data e resultado medido na mesma régua.
E entrega tudo isso ao cliente num portal com a marca da agência, pensado para o celular, que é onde ele abre.
O método
A plataforma gira em torno de três etapas, nesta ordem: planejamento, análise e otimização. Planejar é organizar a estratégia com o número de cada passo. Analisar é ler todas as fontes na mesma régua e entender o porquê. Otimizar é decidir rápido — e medir se a decisão funcionou. O resultado medido vira o ponto de partida do próximo planejamento.
Toda ferramenta existe para uma dessas etapas, e é por isso que a plataforma não cria campanha: ela não é um gerenciador de anúncios, nem um BI genérico. Quando age nas campanhas, é para decisões rápidas de otimização — pausar e reativar, com prévia e desfazer.
Implantada por gente
Ferramenta nova costuma morrer na implantação: ninguém tem tempo de configurar, a equipe não aprende, o método não pega. Por isso a Blocos Marketing não tem cadastro aberto. Cada agência começa por uma apresentação comigo e recebe a plataforma implantada por quem a criou — e o suporte, a mentoria e o treinamento continuam depois.
As contas entram pelo login da própria agência, e uma agência nunca enxerga a outra: a regra mora no banco. O dado do cliente fica sob o controle de quem responde por ele.
Para quem
Para o gestor de tráfego que trabalha sozinho e quer apresentar o serviço com a estrutura de uma agência grande. Para a agência que precisa de um padrão — e de controle sobre o que cada cliente vê. Para o analista que vende leitura, e quer gastar o tempo no diagnóstico em vez de na coleta.